Policial militar e monitor de ressocialização são presos suspeitos de matar advogada dentro de casa na Bahia
04/08/2026
(Foto: Reprodução) Advogada é morta a tiros após homens armados invadirem casa no sul da Bahia
Arquivo pessoal
Um policial militar e um monitor de ressocialização foram presos, nesta terça-feira (4), por suspeita de envolvimento na morte da advogada Cláudia Félix de Oliveira, de 51 anos. O crime aconteceu na madrugada de 25 de julho, dentro da casa da vítima, em Itororó, no sul da Bahia.
Segundo apuração da TV Bahia, os dois homens, que não tiveram os nomes divulgados, teriam agido a mando de um outro homem de 20 anos. E que, antes da ação, chegaram a monitorar a vítima, nos dias 20 e 21 de julho. A ação foi registrada por câmeras de segurança.
Ainda conforme a investigação policial, a motivação do crime foi uma dívida contraída pelo sobrinho da advogada com o mandante do crime. Antes do assassinato, a família chegou a ser ameaçada em cobranças do pagamento.
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Durante as investigações, a polícia apurou que os suspeitos chegaram a obrigar a família a transferir dois veículos como forma de pagamento. O caso levou o grupo a registrarem um boletim de ocorrência por extorsão na Delegacia Territorial (DT) de Itabuna, antes do assassinato.
Homens invadem casa e matam advogada no sul da Bahia
A investigação também revelou que Cláudia chegou a ligar para a Polícia Militar (PM) pouco antes dos suspeitos invadirem o imóvel.
De acordo com a polícia, homens armados entraram no imóvel e fizeram diversos disparos contra a advogada, que morreu no local. Após o crime, os suspeitos fugiram.
Equipes das polícias Militar e Civil estiveram na casa, e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) constatou a morte da vítima.
O corpo de Cláudia Félix de Oliveira foi sepultado na manhã de domingo (26), no Cemitério Municipal Recanto da Saudade, no distrito de Bandeira do Colônia, em Itapetinga.
A Ordem dos Advogados do Brasil na Bahia (OAB-BA) e a Subseção de Itapetinga lamentaram a morte da advogada, classificaram o caso como um "bárbaro homicídio" e informaram que acompanhariam as investigações.
A entidade também pediu celeridade na apuração do crime junto à Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA).
O caso é investigado pela Polícia Civil.
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